A minha filha e a loucura do arroz…

Conversa


Estávamos no carro, a caminho do supermercado para comprar o jantar. Eis que perguntamos à pequena, o que é que ela gostava de comer, e voltámos com a certeza de uma coisa: quando toma uma decisão, sabe claramente o que quer…

A mãe: Clarinha, apetece-te carne ou peixe?

Clarinha: Hum, arroz.

O pai: Arroz com carne ou com peixe?

Clarinha: Arroz!

O pai: Hum, arroz com arroz?

Clarinha: Sim!

A mãe: Pelo menos o acompanhamento está decidido.

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Panquecas sem glúten

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Houve algumas mudanças cá em casa, uma das quais a alimentação. Mas farei um post dedicado a isso mais à frente, posso dizer agora que estou a caminhar no conceito paleo e que apesar de por vezes não ser fácil, é sem dúvida (para mim) o que faz mais sentido.
Estas meninas são uma adaptação de uma receita que guardei do facebook de um grupo maravilhoso de cavernosos. Podem saber mais aqui!

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Pergunto ao tempo…

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Não tinha ideia de que passara tanto tempo desde que fiz a última publicação por aqui.

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Overnight oats… O pequeno-almoço feito à noite.

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Já tenho levado para o trabalho, seja para o pequeno-almoço ou para o lanche, o – tão na moda – frasquinho, de tampa fofa e colorida, que preparei na noite anterior, porque de manhã, não há tempo para marquices. Quem inventou isto foi um génio!
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Muffins de aveia e bagas

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Aproveitando uns dias de férias e entre as sestas da Clara e as tarefas domésticas pendentes, tenho conseguido arranjar maneira de fazer qualquer coisa diferente na cozinha. Claro, que ter um bom marido também ajuda.

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Orelha Negra – Parte De Mim

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Já podemos enterrar 2004…

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Confesso que não dava muito por este europeu de futebol. Atrevo-me a dizer que muitos de nós não acreditávamos que íamos chegar tão longe. À final. A campeões. Campeões europeus.

Apesar de na altura ter 13 aninhos, o Euro 2004 também foi marcante para mim. Chorei. Se chorei… Que ingrato que foi. A partir de uma certa altura comecei a ligar menos ao futebol. Talvez por cada vez menos assistir a um jogo bonito. Mas o bichinho esteve cá sempre.

Dei este europeu como perdido praí nos oitavos. Mas quando me caiu a ficha, já estávamos nas meias-finais. WOW! Mesmo? Então tem que ser… Vamos lá andar com isto até ao fim.
França. Primeiro pensamento? Que não íamos vencer. A França, a jogar em casa. Desculpem lá, mas o jogo vai ficar comprometido. Em 2004 também podia ficar? Poder podia, mas perdemos, por isso nem há argumentos.

Vamos lá ver se sobrevivemos. O Cristiano leva uma “paulada”, o Quaresma leva outra “paulada”, o Nani à “paulada” vai… Onde é que isto vai acabar? Acabou com Cristiano a comandar do banco, acabou com o homem por quem ninguém dava nada, que nem devia lá estar, que não jogava nada, a fazer de todos nós, campeões europeus de futebol. Éder.
Saltei na cadeira. Não. Não pode ser. Foi mesmo? Foi golo? Que golo!! Que golo!! Mas afinal demora muito para acabar? Vamos ser campeões… Ó meu deus. Não acredito. As lágrimas vieram aos olhos. Nem consegui continuar a jantar. Não podia desviar os olhos da TV. Inacreditável.
No mesmo ano em que o Benfica é tricampeão, a seleção vai ser campeã? Isto promete.
Ainda por cima, 2004 repete-se: a equipa da casa perde por um golo.

Eu não acreditava. Não tenho problemas em dizê-lo. Fiquei de queixo caído. Feliz. Tão feliz.
Pensava que ia levar uns aninhos para ver a seleção sagrar-se campeã, afinal, demorou muito menos do que imaginei.

Para mim, o homem do jogo, para além do Éder que nos deu a vitória, foi Rui Patrício. E não foi só para mim, tenho a certeza. Salvou-nos a pele.

Mas tenho uma dúvida: o Payet foi o homem eleito pela UEFA para melhor jogador no europeu, calculo que seja por conseguir lesionar o melhor do mundo na final, certo? Elucidem-me.

Obrigada rapazes. Obrigada mister.

Exclusivos para todos

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social.IMG_2545 Este é o slogan do Saborista. Já conhecem? Não? Então deixem-me escrever um pouco sobre este serviço para todos.

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